Muitos corredores convivem com uma dor que some e volta: no joelho, na canela, no quadril. Em vez de tratar só o sintoma, a análise biomecânica do gesto esportivo busca entender a causa — como o corpo se move durante a corrida, quais compensações aparecem e onde está a sobrecarga.
O que é observado
A análise avalia aspectos como cadência (passos por minuto), tipo de pisada, alinhamento do joelho e quadril durante o apoio, e assimetrias entre os dois lados do corpo. Pequenos padrões — como uma leve queda do quadril a cada passada — podem não doer isoladamente, mas, repetidos milhares de vezes numa corrida, geram sobrecarga acumulada em uma estrutura específica.
Com essa informação, é possível direcionar o que precisa de atenção: pode ser força, mobilidade, técnica de corrida ou volume de treino — muitas vezes uma combinação dessas frentes.

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